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terça-feira, 21 de abril de 2009

Comida para viver melhor

Alimentos como o mel podem dar aquela forcinha para o intestino

Lendo este artigo no Yahoo! Brasil, achei interessante e resolvi postar aqui. É sempre bom estarmos cada vez mais informados, não acham?

A má alimentação pode provocar distúrbios no intestino e, consequentemente, mau humor, estresse e até depressão. Para evitar tudo isso, existe uma solução simples: os ingredientes prebióticos. Até pouco tempo, acreditava-se que a serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, era produzida apenas pelo cérebro. Estudos mais recentes, no entanto, descobriram que o buraco é literalmente mais embaixo: é o intestino que produz a maior parte desse elemento em nosso organismo. Ou seja, os mais antigos tinham total razão quando deram aos mal-humorados a alcunha de enfezados - palavra que, ao pé da letra, remete a quem está com uma baita prisão de ventre e, por isso, com deficiência na transmissão do impulso nervoso do bem-estar.

Tá estressado? Vá comer banana verde. E com casca!

Não é à toa, portanto, que ao intestino tenham sido dados cerca de 10 metros de comprimento. Tamanha magnitude, chamada hoje de cérebro desconhecido, é um percurso povoado por mais ou menos 100 trilhões de microrganismos, de mais de 400 espécies. Entre eles, como em toda sociedade, existem os que contribuem e os que só prejudicam, chamados de patogênicos. "O intestino tem que funcionar no perfeito equilíbrio, com predominância das bactérias benéficas que inibem as maléficas. E esse trânsito depende da quantidade de alimentos prebióticos e fibras alimentares que a pessoa ingere", explica o professor Francisco Maugeri Filho, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, Universidade Estadual de Campinas.

Os alimentos que ele chama de prebióticos têm a função de servir de comida para os microrganismos benéficos que habitam o intestino e, assim, contribuir com sua proliferação. "Esses ingredientes não são consumidos pelo organismo humano, eles passam direto pela digestão e chegam intactos ao intestino para servir de alimento às bactérias não-patogênicas", diz ele. Banana, aveia, mel, abacate e linhaça são alguns dos alimentos que têm essa função e que podem dar aquela forcinha a quem não vai bem do intestino - e do humor.

Os prés e os prós
O consumo regular desses complementos, além de melhorar o bem-estar, contribui com o sistema imunológico, previne doenças cardiovasculares, como colesterol e triglicérides, e evita a formação de tumores cancerígenos. O único problema é que mesmo tendo uma dieta riquíssima nesses ingredientes, a quantidade de microrganismos prebióticos que chegam a agir no intestino é menor que a ideal. "Normalmente, por dia consumimos cerca de um grama deles, se tivermos uma dieta rica em frutas, hortaliças e cereais. Mas o necessário seria por volta de nove gramas", afirma o professor.

Empanturrar-se de banana e dos outros alimentos que têm essa função, porém, não é a solução. Isso porque além dos prebióticos, que são normalmente compostos por carboidratos e ricos em fibras solúveis, os outros componentes do alimento podem tornar-se agentes engordativos. "Todo excesso traz dano. Se você come muita caloria começa a engordar. Outro problema é que a maioria desses alimentos sofre a ação de agrotóxicos e, em excesso, pode trazer problemas, como reações alérgicas à pessoa", analisa Francisco. Para ele, a solução seria mesmo consumir não só pré-bióticos, mas também aqueles que se alimentam deles: os chamados pró-bióticos.

Os famosos lactobacilos vivos presentes no Yakult são um bom exemplo deles. Geralmente vindos na composição de iogurtes e preparados especiais, esses microorganismos podem ser inseridos diretamente na dieta. Melhor ainda, se em uma mesma receita estiverem juntos os pré e pró-bióticos. "Um multiplicado pelo outro proporciona uma resposta mais rápida do organismo e a pessoa regulariza o intestino mais facilmente", explica o professor, que é autor de um estudo que criou um iogurte simbiótico - à base de soja e de componentes com ambas as funções.

Ainda não-comercializada, a receita está à espera de uma empresa alimentícia que queira colocar nas prateleiras do supermercado um alimento que pretende regularizar o intestino da população, além de manter a serotonina circulando a todo vapor no organismo. "Muitas doenças psíquicas e até a enxaqueca são provocadas pelo mau funcionamento do intestino. Por isso, quando alguém reclama de alguma coisa assim, a minha dica é: vai comer. Mas comer bem e de forma equilibrada", conclui Francisco.


3 comentários:

Lourdes Sabioni disse...

Uma bela aula, amiga...a comida além de saciar a fome, é com certeza a nossa farmácia...só precisamos escolher entre o que faz bem e o que faz mal. Bjs

Edilia disse...

Muito boa a reportagem,vivendo e aprendendo.
Edilia

Anakoelho disse...

Olá Bete!
Como vai vc?Está sumida!
Espero q. estejas bem!
Passe lá no meu cantinho q. tem
um selinho p/ vc.
Obrigada,um abraço.


Anakoelho