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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Abrobinha Italiana Recheada Light

Aqui em casa  toda semana tem abobrinha na cardápi da família. É um legume que cozinha muito rápido, tem muita água, é de fácil digestão e  é rica em vitamina A, que auxilia o crescimento, conserva a saúde da pele e da vista. Contém também sais minerais importantes, como o cálcio, o ferro e o fósforo.
A abobrinha tem ainda uma boa quantidade de celulose, elemento que ajuda o bom funcionamento do intestino. na hora de comprar dê   preferência às abobrinhas de casca brilhante e que estejam bem firmes. Evite as rachadas ou furadas por bichos. Não compre abobrinhas com manchas escuras ou partes moles, isto indica que elas ficaram expostas ao sol por muito tempo.








Ingredientes:

2 abobrinhas italianas médias
2 colheres (sopa) de óleo
2 tomates sem pele e sem sementes picados
1 colher (chá) de sal
1/2 xícara (chá) água quente

Recheio:

300 g de carne moída
3 dentes de alho picados ou passados pelo espremedor
1 cebola média picada
1/2 xícara de salsa e cebolinha
sal e pimenta do reino a gosto
2 folhas de louro

Preparo:

Corte as pontas das abobrinhas com auxílio  de uma faca  e retire o miolo.Reserve. Não jogue fora o miolo. Reserve também.

Recheio:

Coloque a carne moída junto com alho, as folhas de louro  e o sal em uma panela ou frigideira funda. Vá refogando até ficar bem sequinha. Acrescente a cebola picada, a salsa e a cebolinha e refogue mais um pouco.Retire as folhas de louro e  recheie as abobrinhas com a carne refogada, recoloque a ponta retirada e prenda com palitos.

No fogão:

Em uma panela, aqueça o óleo e coloque as abobrinhas, os tomates picados e o sal. Cozinhe por 15 minutos em fogo baixo com a panela tampada, colocando a água aos poucos. Abra a panela e veja um garfo o ponto do cozimento. Se necessário deixe por mais alguns minutos. Sirva a seguir.

No Miro-ondas:


Em uma vasilha retângular para  micro-ondas coloque as aborinhas, os tomates por cima, orégano a gosto, sal a gosto e 4 colheres (sopa) de água. Tampe a vasilha, mas não totalmente. Ligue o micro-ondas na potência  Alta P 10   por 14 minutos, sendo que aos 7 minutos dê pausa  no  micro-ondas e vire as abobrinhas, teste o ponto de cozimento com um garfo porque cada micro-ondas tem potências diferentes. Ligue novamente e deixe por mais 7 minutos.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Mocotó com Feijão Branco e Calabresa By Betechef





O mocotó é um dos pratos mais tradicionais da culinária brasileira e cai bem neste tempo friozinho que anda fazendo aqui no Rio. Mocotó - do Tupi Guarani mo-coto = faz que jogue. Mocotó ou mão-de-vaca, é um prato tradicional feito à base de patas, sem casco, de bovinos. O prato foi criado pelos escravos, pois as patas eram partes do boi desprezadas pelos patrões. Não se assuste, o preparo não é muito difícil, mas leva leva um tempinho para ficar pronto. O resultado vai valer a pena.

Ingredientes  para o Mocotó:
2 mocotós de boi cortados em rodelas
3 dentes de alho socados ou espremem idos
3 cebolas grandes
3 tomates grandes
3 folhas de louro
1 colher(sobremesa) de sal
3 limões

Preparo do Mocotó:
Com a faca limpe o mocotó retirando todos os pelos que houver, a seguir lave-o muito bem com limão. Corte as cebolas e os tomates  bem miudinhos. Numa panela de pressão grande coloque o mocotó, o alho,o sal, as cebolas picadas, os  tomates e as folhas de louro. Coloque água até cobrir o mocotó (aproximadamente 2 litros). Leve ao fogo por aproximadamente 45 minutos ou até o mocotó soltar do osso. Desligue o fogo e espere sair todo o ar, enquanto isso prepare o feijão branco.

Ingredientes para o Feijão Branco:
500g de feijão branco 
2 linguiças calabresa
2 folhas de louro

Ingredientes para o Temperar Feijão:
3 colheres (sopa) de óleo
3 dentes de alho socados ou espremidos
100g de bacon picadinhos
Salsa e cebolinha a gosto
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Preparo do Feijão Branco:
Antes de começar sua receita deixe seu feijão de molho por aproximadamente duas horas. Feito isso, lave-o bem e coloque em uma panela de pressão junto com as folhas de louro e as linguiças picadas. Leve ao fogo por 45 minutos. Desligue o fogo deixe sair todo o ar, só então abra sua panela.

Temperando o feijão:
Em uma panela grande coloque o óleo, deixe esquentar um pouco, acrescente o bacon picadinho. Deixe fritar, quando estiver quase no ponto coloque o alho  e deixe dourar. Em seguida coloque o feijão e tempere com sal e pimenta do reino a gosto, finalize com bastante salsa e cebolinha. 

Finalizando o Prato:
Retire os ossos que se soltaram do mocotó e descarte-os, desosse os pedaços que, por ventura, ainda estejam com osso. Pique o mocotó em pedaços pequenos. Agora junte o mocotó ao feijão branco que acabou de refogar. Agora é fazer um arroz branco para acompanhar.Bom Apetite!

É Bom Saber!

O mocotó surgiu nas charqueadas, nas estâncias e estalagens. Os escravos, nas senzalas, ficavam sempre com as sobras do gado, do porco e das aves. E vem daí a tradição de se comer miúdos e partes menos nobres como pescoço, rabo, gorduras, orelhas, etc. Isso no Brasil Colônia e em todas as capitanias.


Os escravos das estâncias gaúchas começaram a comer o mocotó, que é extraído da pata do boi e da vaca, porque viram que esse tipo de alimento dava sustância para eles trabalharem. E é verdade, o mocotó é rico em gordura, proteína e ferro.



O mocotó é feito de patas, tripas e mondongo (que é o bucho do boi), também conhecido como dobradinha e que em Portugal chamam de fato ou tripas. Essas partes dos bois abatidos não eram aproveitadas. Com isso, as escravas usavam estes ingredientes para alimentar os filhos, mas a família toda comia. 



O fato relevante dessa receita é que depois que os escravos passaram a se alimentar de mocotó, caiu muito a morte de negros no trabalho. Naquela época, a lavoura era ainda mais exaustiva e tanto os escravos como os donos de engenho e fazendas, morriam cedo, por anemia e falta de proteína. As crianças também.



 A partir do mocotó, que começou a ser difundido na região das Missões, a morte prematura de crianças também foi reduzida drasticamente. Vendo que os bebês escravos e os negros da lavoura não ficavam mais doentes, as mulheres dos fazendeiros levaram esse pato para a Casa Grande e, assim, começaram a fortificar seus filhos e maridos.



Como é uma receita de elevado valor nutricional, o mocotó passou a ser adotado pelas famílias tradicionais e se tornou uma comida típica do estado, lá no Rio Grande do Sul, no final do século 17. Depois é que se espalhou pelo Brasil.

Para fazer mocotó é preciso ter pata de boi, tripa grossa, mondongo (dobradinha,bucho), tomate, cheiro verde, feijão branco, lingüiça fina, cebola, manjerona, pimenta verde, ovo cozido e azeitona. O boi, o mondongo e a tripa grossa têm ser bem limpos e postos em água, na véspera. A gordura que fica acumulada na superfície dessa água que ferveu as carnes também é utilizada para fazer o prato. 



domingo, 3 de fevereiro de 2013

Cuscuz Paulista by Betechef



Feito para nosso almoço de domingo, parece uma receita complicada, mas na verdade não é. Este aqui ficou com textura maravilhosa, ficou macio, leve e muito saboroso, minha turma gostou muito. Experimente você também e tenho certeza irá se superempreendedor com o resultado. Boa Semana!


 Ingredientes:

1 cebola cebola  picadinha
3 dentes de alho socados ou picadinhos
2 colheres (sopa) de óleo
1 lata de molho de tomate pelado (240 g)
2 xícaras (chá) de água
2 tabletes de caldo de legumes knorr vitalie
1 lata de ervilhas (200 g)
1 lata de milho verde (200 g)
1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
3 latas de sardinha
1/2 xícara de cheiro verde picado ou a gosto
2 1/2 xícaras de farinha de milho grossa
3 ovos cozidos para decorar




Preparo:
Doure o alho e a cebola picadinha em duas colheres de sopa de óleo, acrescente o molho de tomate, a água e os dois  tabletes de caldo de legumes. Deixe levantar fervura. Depois abaixe o fogo e acrescente as  ervilhas, o milho verde, as azeitonas verdes picadas,  as  sardinhas, o cheiro verde picado, e por fim, vá acrescentando aos poucos as duas  xícaras  e meia de flocos de milho. A consistência não deve ser muito grossa. Desligue.

Montagem do Cuscuz
Unte uma forma redonda com buraco no meio e forre toda a superfície interna com rodelas de tomate, fatias de pimentão verde e vermelho, 2 ovos cozidos em rodelas  e 1 lata de sardinha.

Agora despeje a massa na  forma e leve ao forno médio pré-aquecido por apenas 10 minutos.



Variações: Substitua  a Sardinha por camarões, atum, calabresa  ou carne seca desfiada... use e abuse da imaginação amigo(a)


Obs.: Na hora de colocar as sardinhas na panela aproveite todo o conteúdo das latinhas, isso vai dar mais sabor ao prato.

É Bom Saber:

A História do Cuscuz
O cuscuz tem origem no Norte da África, e é feita com sêmola moída e cozida no vapor. Pode ser servida com carne ou peixe, legumes e embutidos, e recebeu novos ingredientes e importância histórica em terras paulistas, entre os séculos XVII e XVIII. Os tropeiros, que partiam da capital para a exploração do interior do Estado e em direção às minas das Gerais para comercializar seus produtos, costumavam levar em seus recipientes de alimentos farinha de milho com galinha, feijão ou milho. Durante a viagem, a farinha de milho absorvia o caldo do frango e os ingredientes se misturavam formando um virado. Mais tarde, ele foi chamado de cuscuz paulista. 

Não há registros precisos sobre como o cuscuz se espalhou pelo mundo e se tornou uma receita tão querida e popular. Uma das hipóteses é a de que o prato teria chegado à Europa com a invasão muçulmana à Península Ibérica, no século XIII. Livros de receitas da época comprovam a assimilação. De lá, os judeus sefarditas europeus, tendo incorporado o cuscuz à mesa, levaram o prato para os locais em que se exilaram, como Itália e Oriente Médio, após serem expulsos da Península Ibérica, em 1492, na época da Guerra Santa.

No sul há o cuscuz paulista e também o mineiro, com recheio de peixe esfiado, crustáceos, molho espesso de tomates, constituindo refeição substancial. Sempre de milho.


Fonte: culinariaehistoria.blogspot.com.br

Além de fonte de fibras, a farinha de milho amarela é saborosa e versátil.. O consumo de fibras é importante para uma alimentação saudável  


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O SABOR DA VIDA COMEÇA NA COZINHA