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O SABOR DA VIDA COMEÇA NA COZINHA


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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Cuscuz Paulista by Betechef



Feito para nosso almoço de domingo, parece uma receita complicada, mas na verdade não é. Este aqui ficou com textura maravilhosa, ficou macio, leve e muito saboroso, minha turma gostou muito. Experimente você também e tenho certeza irá se superempreendedor com o resultado. Boa Semana!


 Ingredientes:

1 cebola cebola  picadinha
3 dentes de alho socados ou picadinhos
2 colheres (sopa) de óleo
1 lata de molho de tomate pelado (240 g)
2 xícaras (chá) de água
2 tabletes de caldo de legumes knorr vitalie
1 lata de ervilhas (200 g)
1 lata de milho verde (200 g)
1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
3 latas de sardinha
1/2 xícara de cheiro verde picado ou a gosto
2 1/2 xícaras de farinha de milho grossa
3 ovos cozidos para decorar




Preparo:
Doure o alho e a cebola picadinha em duas colheres de sopa de óleo, acrescente o molho de tomate, a água e os dois  tabletes de caldo de legumes. Deixe levantar fervura. Depois abaixe o fogo e acrescente as  ervilhas, o milho verde, as azeitonas verdes picadas,  as  sardinhas, o cheiro verde picado, e por fim, vá acrescentando aos poucos as duas  xícaras  e meia de flocos de milho. A consistência não deve ser muito grossa. Desligue.

Montagem do Cuscuz
Unte uma forma redonda com buraco no meio e forre toda a superfície interna com rodelas de tomate, fatias de pimentão verde e vermelho, 2 ovos cozidos em rodelas  e 1 lata de sardinha.

Agora despeje a massa na  forma e leve ao forno médio pré-aquecido por apenas 10 minutos.



Variações: Substitua  a Sardinha por camarões, atum, calabresa  ou carne seca desfiada... use e abuse da imaginação amigo(a)


Obs.: Na hora de colocar as sardinhas na panela aproveite todo o conteúdo das latinhas, isso vai dar mais sabor ao prato.

É Bom Saber:

A História do Cuscuz
O cuscuz tem origem no Norte da África, e é feita com sêmola moída e cozida no vapor. Pode ser servida com carne ou peixe, legumes e embutidos, e recebeu novos ingredientes e importância histórica em terras paulistas, entre os séculos XVII e XVIII. Os tropeiros, que partiam da capital para a exploração do interior do Estado e em direção às minas das Gerais para comercializar seus produtos, costumavam levar em seus recipientes de alimentos farinha de milho com galinha, feijão ou milho. Durante a viagem, a farinha de milho absorvia o caldo do frango e os ingredientes se misturavam formando um virado. Mais tarde, ele foi chamado de cuscuz paulista. 

Não há registros precisos sobre como o cuscuz se espalhou pelo mundo e se tornou uma receita tão querida e popular. Uma das hipóteses é a de que o prato teria chegado à Europa com a invasão muçulmana à Península Ibérica, no século XIII. Livros de receitas da época comprovam a assimilação. De lá, os judeus sefarditas europeus, tendo incorporado o cuscuz à mesa, levaram o prato para os locais em que se exilaram, como Itália e Oriente Médio, após serem expulsos da Península Ibérica, em 1492, na época da Guerra Santa.

No sul há o cuscuz paulista e também o mineiro, com recheio de peixe esfiado, crustáceos, molho espesso de tomates, constituindo refeição substancial. Sempre de milho.


Fonte: culinariaehistoria.blogspot.com.br

Além de fonte de fibras, a farinha de milho amarela é saborosa e versátil.. O consumo de fibras é importante para uma alimentação saudável  


Um comentário:

A Paixão da Isa disse...

nao conhecia assim o cuscuz pois aqui ele nao é assim mas gostei mt deste que esta super bonito bravo bjs bd