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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Picadinho de Fraldinha Com Batata Doce




Tem coisa mais nossa que picadinho? Essa é uma receita prática e super saborosa para variar o cardápio do dia a dia. Ficou super saboroso e bem simples de fazer.


Ingredientes:
800 g de fraldinha picadinha em cubos pequenos
4 dentes de alho socados ou picados
2 cebola picadas
2 tomates sem pele picados
Sal a gosto
Orégano a gosto
Salsa e cebolinha a gosto
2 folhas de louros
Pimenta do reino a gosto
2 colheres (sopa) de óleo
3 batatas doce inteiras lavadas e descascadas
3 xícaras (chá) de água (aproximadamente)

Preparo:
Em uma vasilha coloque a carne já picada, tempere com um pouco de sal, orégano, dois dentes de alho e pimenta do reino a gosto. Deixe descansar por uns 10 minutos. Pegue uma panela de pressão coloque duas colheres de sopa de óleo, assim que esquentar coloque o alho deixando dourar levemente. Coloque a carne, refogue bem. Coloque a cebola picada e mexa, coloque os tomates sem pele, a salsa e a cebolinha e as folhas de louro. Deixe refogar um pouco e acrescente a água. Feche a panela conte 40 minutos. Deixe sair todo o ar, abra a panela verifique o sal e coloque as batatas cortadas ao meio já lavadas e descascadas. Se achar necessário acrescente mais um pouco de água. Feche a panela e assim que começar a chiar conte 10 minutos. Desligue o fogo e deixe sair todo o vapor. Abra a panela, separe as batatas delicadamente. Pegue o picadinho e coloque em travessa ou  pirex, reserve. Pique as batatas reservadas e coloque junto com o picadinho reservado. Bom apetite!


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Baba de Moça



Dissolva o açúcar na água e leve ao fogo brando, durante 10 minutos até formar uma calda rala.



 Fica simplesmente maravilhoso

Baba de moça  é considerado uma versão do doce de ovos, originário de Portugal. Logo que chegou no Brasil, o doce de ovos foi modificado pelas cozinheiras da época dando um toque tipicamente tropical ao prato, pela adição de leite de coco. É um doce tradicional e requintado, utilizado para diversos fins na culinária brasileira. Pela sua textura é indicado para recheios, além de ser considerado uma excelente sobremesa.




Ingredientes:
2 xícaras (chá) de açúcar1 xícara (chá) de água

1 vidro de leite de coco (200ml)
3 gema peneiradas

Modo de prepararo:
Dissolva o açúcar na água e leve ao fogo brando, durante 10 minutos até formar uma calda rala. Retire a calda do fogo e deixe esfriar. Em outra vasilha misture a maizena com o leite de coco e as gemas peneiradas. Depois de bem misturado junte com a calda de açúcar reservada. Leve ao fogo baixo mexendo até ferver. Cozinhe por mais uns 5, até engrossar. Reserve.

A baba de moça como recheio deve-se realizar o mesmo procedimento dos recheios anteriores. O ideal é aguardar de forma natural o creme atingir a temperatura ambiente.
A baba de moça, assim como o doce de ovos, tem o tempo de vida curto e não é indicado o armazenamento por longos períodos. Portanto, bolos recheados com doce de ovos e baba de moça devem ser manipulados o mais rápido possível.

domingo, 27 de julho de 2014

Bolo de Banana Com Casca e Aveia Zero Açúcar

Fazer bolos de banana é um dos fracos, é uma fruta deliciosa, não é cara e muito nutritiva. essa receita fiz pensando nas pessoas que não podem consumir açúcar, mas nem por isso precisam ficar sem comer um delicioso bolinho no seu fim de tarde. Não deixe de conferir, você vai se surpreender! A banana é uma fruta rica em fibras, potássio, vitaminas C e A, promove energia e possui muitos benefícios ao nosso organismo. Possui também grande quantidade de vitaminas B1, B2, B6 e B12, além de magnésio, cálcio, ferro e ácido fólico. Nessa receita aqui como só tinha uma  banana aqui em casa, então  fiz esse delicioso de bolo de banana.





 "Sucralose é o único adoçante que tem o verdadeiro sabor do açúcar, um edulcorante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias"

Ingredientes:
1 xícara (chá ) de óleo
3 gemas
3 claras batidas em neve
1 banana nanica com casca lavada e picada
1 xícara (chá ) de sucralose (adoçante em pó p/ forno e fogão)
1 colher (sobremesa) rasa de canela em pó
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colheres (sopa) de aveia em flocos finos
1 colher (sopa) de fermento em pó
margarina e farinha de trigo para untar a forma
Canela e noz  moscada ralada para polvilhar por cima do bolo já pronto
Preparo:

Bata as claras em neve e reserve. Coloque no liquidificador  o óleo, a sucralose, as gemas e a banana com casca lavada e picada. Bata bem. Depois de tudo bem batido despeje em uma vasilha e misture a farinha, a aveia, a canela e o fermento em pó. Coloque a massa em uma forma pequena  untada e enfarinhada. Leve ao forno médio por uns 40  minutos ou até que ao enfiar o palito o mesmo saia limpo. Tire o bolo espere esfriar um pouco e vire-o em um prato. Espalhe por cima a  mistura de canela com a noz mosacada. Além de cheiroso fica super saboroso, mas cuidado com a quantidadade que deve ser apenas um pouquinho.

É Bom Saber:

SUCRALOSE:

Sucralose é o único adoçante que tem o verdadeiro sabor do açúcar, um edulcorante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias. Pode ser usada por toda família, inclusive criança, gestantes, diabéticos, tem estabilidade a altas temperaturas (uso culinário) e sabor igual ao açúcar.

Opinião do Comitê Científico sobre Alimentação da Comissão Européia sobre a Sucralose, 7 de Setembro de 2000

“Todos os adoçantes de baixo teor calórico dos Estados Unidos passaram por testes rigorosos antes de serem aprovados. Os resultados dos testes demonstraram que os adoçantes de baixo teor calórico são seguros para o consumo por toda a população, inclusive crianças e gestantes. A Sucralose é o mais novo adoçante de baixo teor calórico no mercado. A Sucralose não é afetada pelo calor e mantém seu poder adoçante em bebidas quentes, produtos de panificação e alimentos processados.”
Associação Americana de Diabetes

“A Sucralose foi aprovada pela FDA como adoçante de mesa em 1998, seguida de sua aprovação como adoçante para fins gerais em 1999. Antes de aprovar a Sucralose, a FDA examinou mais de 100 estudos de segurança que haviam sido conduzidos, inclusive estudos para avaliar o risco de câncer. Os resultados destes estudos não trouxeram nenhuma evidência de que estes adoçantes possam causar o câncer ou apresentar qualquer outra ameaça à saúde humana.”

Instituto Nacional do Câncer

Nota:

Qual a principal diferença entre Diet e Light?

Os produtos diet são aqueles que não têm açúcar na composição. Portanto, são produtos para diabéticos.
Os produtos light são aqueles que têm uma redução parcial de alguns de seus componentes, como gordura e açúcar.

Por exemplo: chocolate diet engorda tanto quanto o normal, pois não tem açúcar mas tem gordura. Para os refrigerantes, não faz diferença se são diet ou light, porque os originais já não têm gordura, só açúcar. Portanto, os diet e light são caloria zero.

Resumindo: para quem faz dieta, é melhor consumir produtos light, mas para que é diabético só pode consumir os produtos diets.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Costela de Boi com Batatas By Betechef

A costela é uma carne muito saborosa . Geralmente é usada para cozidos, ensopados, mas também fica ótima assada na churrasqueira. Quando faço aqui em casa procuro comprar uma peça mais magra e mesmo assim limpo bem, tirando o máximo de gordurinhas possíveis que tiver. Essa receita aqui é simples, não tem nada de muito elaborado, mas pode acreditar ficou uma delícia.




 



Ingredientes:
1 kg de costela bovina
4 batatas tamanho médio cortadas em rodelas medias
1 cebola grande
1 tomate grande sem pele picadinho
1/2 pimentão verde picado
3 folhas de louro
3 dentes de alho socados ou passados pelo espremedor para temperar a costela
sal a gosto ( mais ou menos 1/2 colher (sobremesa)
suco de 1 limão
pimenta do reino se gostar
3 dentes de alho socados ou passados pelo espremedor para o refogado
1 colher (sopa) de óleo
salsa e cebolinha a gosto
Preparo:
Comece limpado sua costela, tirando o excesso de gordura que por acaso ela tiver. Tempere sua costela com o suco do limão, o sal, a pimenta do reino e os 3 dentes alho e as 3 folhas de louro. Deixe -a  descansar na gelageira por no minimo uns 30 minutos para pegar o sabor dos temperos. Feito isso, coloque a panela de pressão no fogo com óleo e deixe esquentar um pouco, adicione o alho e assim que comçar a dourar, coloque a costela e deixe refogar bem mexendo de vez em quando. Adicione água até quase cobrir totalmente sua costela, do jeitinho que eu mostro na foto a seguir. Tampe a panela e assim que começar a chiar conte 40 minutos. Desligue o fogo e deixe sair todo o ar, abra a panela e estando cozida sua costela, volte ao fogo para apurar um pouco o caldo e coloque a cebola, mexa um pouco e adicione o restante dos ingredientes. Acrescente 1 xícara de água, mexa com cuidado  para misturar os ingredientes. Tampe a panela e assim que começar a chiar conte exatamente 5 minutos e apague o fogo. Esta pronto este delicioso prato

terça-feira, 19 de novembro de 2013

BOLO DE MILHO DA VÓ ANA SUPER FÁCIL





Muito legal essa receita, pode ser feita em duas versões; light ou de maneira convencional. Eu sempre que posso prefiro reduzir as colórias, porque é muito mais saudável. No caso do o Leite Moça Light, possuí 0% colesterol e 95% menos gordura.O importante é o resultado final fica simplesmente delicioso.

Ingredientes:
1 lata de milho verde
3 ovos inteiros
1 lata de leite condensado (pode ser light)
1 colher (sopa) de margarina
1 colher (sopa) de fermento em pó
50g de coco ralado light - opcional

Preparo:

Bata tudo (menos o coco) no liquidificador. depois acrescente o coco ralado e mistire sem bater. leve ao forno médio, em forma untada e enfarinhada. Deixe assar por uns 30 a 40 minutos. Para saber se esta no ponto faça o teste do palito, se sair limpo estará pronto. Desenforme depois de frio para não quebrar. É bom demais!

É Bom Saber:


Milho 


O milho é um cereal e, por isso, é rico em carboidratos e uma ótima fonte de energia. Ao contrário do que muitos pensam, mesmo quem está de dieta precisa de doses adequadas deste nutriente, principalmente dos chamados carboidratos complexos, como o milho, que alivia a vontade de comer doces.

“O ácido fólico presente no milho também é capaz de ajudar na prevenção de doenças cardíacas por reduzir os níveis de homocisteína. Esta proteína, em excesso, pode causar danos às artérias. Além disso o milho é rico em vitamina B1 (tiamina), conhecida como a vitamina da memória por participar dos impulsos nervosos que fazem as transmissões entre neurônios” ressalta Lílian Assis, nutricionista responsável pelo Plano de Emagrecimento Suadieta.
Para quem quer emagrecer, a nutricionista explica: “O milho é fonte de fibras que são aliadas do funcionamento intestinal, controle do colesterol e aumento da saciedade. Sem contar que não contém glúten, sendo uma opção adequada para quem tem sensibilidade ao nutriente ou doença celíaca”.
Os benefícios do milho também podem ser constatados quando se trata de beleza. A vitamina A traz mais brilho e vitalidade para a pele, as unhas e os cabelos. “Isso se dá pela sua intensa participação na regeneração celular. Vale lembrar que a vitamina A também é uma aliada do bom funcionamento do nosso pulmão”, completa a especialista.
Ele pode ser usado em diversas formas:
Milho cozido: rico em fibras. Deve ser consumido apenas com um pouco de sal, sem manteiga ou margarina, para não elevar o valor calórico.
Milho de pipoca: se feita sem ou com pouquíssima gordura ou açúcar não provoca problemas, mas deve ser consumida com moderação (1 xícara de chá).
Milho de canjica: prepare a canjica com leite desnatado e adoçante para culinária.
Óleo de milho: rico em gorduras poliinsaturadas, benéficas ao coração.



Fonte: Revistinha Receitinha da Vovó

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Mocotó com Feijão Branco e Calabresa By Betechef





O mocotó é um dos pratos mais tradicionais da culinária brasileira e cai bem neste tempo friozinho que anda fazendo aqui no Rio. Mocotó - do Tupi Guarani mo-coto = faz que jogue. Mocotó ou mão-de-vaca, é um prato tradicional feito à base de patas, sem casco, de bovinos. O prato foi criado pelos escravos, pois as patas eram partes do boi desprezadas pelos patrões. Não se assuste, o preparo não é muito difícil, mas leva leva um tempinho para ficar pronto. O resultado vai valer a pena.

Ingredientes  para o Mocotó:
2 mocotós de boi cortados em rodelas
3 dentes de alho socados ou espremem idos
3 cebolas grandes
3 tomates grandes
3 folhas de louro
1 colher(sobremesa) de sal
3 limões

Preparo do Mocotó:
Com a faca limpe o mocotó retirando todos os pelos que houver, a seguir lave-o muito bem com limão. Corte as cebolas e os tomates  bem miudinhos. Numa panela de pressão grande coloque o mocotó, o alho,o sal, as cebolas picadas, os  tomates e as folhas de louro. Coloque água até cobrir o mocotó (aproximadamente 2 litros). Leve ao fogo por aproximadamente 45 minutos ou até o mocotó soltar do osso. Desligue o fogo e espere sair todo o ar, enquanto isso prepare o feijão branco.

Ingredientes para o Feijão Branco:
500g de feijão branco 
2 linguiças calabresa
2 folhas de louro

Ingredientes para o Temperar Feijão:
3 colheres (sopa) de óleo
3 dentes de alho socados ou espremidos
100g de bacon picadinhos
Salsa e cebolinha a gosto
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Preparo do Feijão Branco:
Antes de começar sua receita deixe seu feijão de molho por aproximadamente duas horas. Feito isso, lave-o bem e coloque em uma panela de pressão junto com as folhas de louro e as linguiças picadas. Leve ao fogo por 45 minutos. Desligue o fogo deixe sair todo o ar, só então abra sua panela.

Temperando o feijão:
Em uma panela grande coloque o óleo, deixe esquentar um pouco, acrescente o bacon picadinho. Deixe fritar, quando estiver quase no ponto coloque o alho  e deixe dourar. Em seguida coloque o feijão e tempere com sal e pimenta do reino a gosto, finalize com bastante salsa e cebolinha. 

Finalizando o Prato:
Retire os ossos que se soltaram do mocotó e descarte-os, desosse os pedaços que, por ventura, ainda estejam com osso. Pique o mocotó em pedaços pequenos. Agora junte o mocotó ao feijão branco que acabou de refogar. Agora é fazer um arroz branco para acompanhar.Bom Apetite!

É Bom Saber!

O mocotó surgiu nas charqueadas, nas estâncias e estalagens. Os escravos, nas senzalas, ficavam sempre com as sobras do gado, do porco e das aves. E vem daí a tradição de se comer miúdos e partes menos nobres como pescoço, rabo, gorduras, orelhas, etc. Isso no Brasil Colônia e em todas as capitanias.


Os escravos das estâncias gaúchas começaram a comer o mocotó, que é extraído da pata do boi e da vaca, porque viram que esse tipo de alimento dava sustância para eles trabalharem. E é verdade, o mocotó é rico em gordura, proteína e ferro.



O mocotó é feito de patas, tripas e mondongo (que é o bucho do boi), também conhecido como dobradinha e que em Portugal chamam de fato ou tripas. Essas partes dos bois abatidos não eram aproveitadas. Com isso, as escravas usavam estes ingredientes para alimentar os filhos, mas a família toda comia. 



O fato relevante dessa receita é que depois que os escravos passaram a se alimentar de mocotó, caiu muito a morte de negros no trabalho. Naquela época, a lavoura era ainda mais exaustiva e tanto os escravos como os donos de engenho e fazendas, morriam cedo, por anemia e falta de proteína. As crianças também.



 A partir do mocotó, que começou a ser difundido na região das Missões, a morte prematura de crianças também foi reduzida drasticamente. Vendo que os bebês escravos e os negros da lavoura não ficavam mais doentes, as mulheres dos fazendeiros levaram esse pato para a Casa Grande e, assim, começaram a fortificar seus filhos e maridos.



Como é uma receita de elevado valor nutricional, o mocotó passou a ser adotado pelas famílias tradicionais e se tornou uma comida típica do estado, lá no Rio Grande do Sul, no final do século 17. Depois é que se espalhou pelo Brasil.

Para fazer mocotó é preciso ter pata de boi, tripa grossa, mondongo (dobradinha,bucho), tomate, cheiro verde, feijão branco, lingüiça fina, cebola, manjerona, pimenta verde, ovo cozido e azeitona. O boi, o mondongo e a tripa grossa têm ser bem limpos e postos em água, na véspera. A gordura que fica acumulada na superfície dessa água que ferveu as carnes também é utilizada para fazer o prato. 



sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bolo de Aipim da Betechef



Ainda estamos no mês de julho, portanto ainda é  tempo daquele bolinho de delicioso de aipim. Garanto que cada um sempre tem uma receitinha especial para guardada no fundo na gaveta. Essa é deliciosa e super fácil de fazer. vamos conferir a receita.

Ingredientes:
 1 kg e 1/2 ou 2 pratos fundos de aipim ralado do lado fino do ralador (eu usei o processador)
2 colheres (sopa) bem cheias de margarina
4 ovos
2 latas de leite condensado
1 pacote flocos de coco ralado hidratado adocicado
1 colher (sopa) de fermento em pó

Preparo:
Comece descascando, lavando bem e ralando o aipim. Coloque em uma tigela, e vá juntando todos  os ingredientes, mexendo bem. Unte e enfarinhe  um tabuleiro retangular de tamanho 26 X 42 cm, coloque a massa do bolo e leve para assar em forno médio por aproximadamente 40 minutos ou que até ao enfiar o palito o mesmo saia limpo. Boa Sorte e Bom Apetite!


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Moqueca de Coxa e Abobrinha







Essa receita ficou maravilhosa, dei meu toque e adicionei a ela a abobrinha italiana  que  contém Fósforo, Cálcio, Ferro e celulose, além de pequenas quantidades de vitamina A, importante à visão e à pele, e vitaminas do Complexo B, que ajudam no desenvolvimento e crescimento.


O Cálcio e o Fósforo participam da formação de ossos e dentes, evitam a fadiga mental e ajudam na transmissão dos impulsos nervosos.

O Ferro forma os glóbulos vermelhos do sangue e produz energia.

Ingredientes:
1 kg de coxa sadia congelada
2 dentes de alho socados ou espremidos
 1 limão médio
1 colher (sopa) de sal
1 colher (café) de pimenta-do-reino moída na hora
1 colher (café) de coloral
1 colher (sopa) de óleo
1 abobrinha italiana cortada em rodelas
1 cebola cortada em rodelas
½ pimentão verde sem sementes e cortado em rodelas
½ pimentão vermelho sem sementes e cortado em rodelas
½ pimentão amarelo sem sementes e cortado em rodelas
2 tomates cortados em rodelas
1 colher (sopa) de azeite de dendê (se gostar) ou azeite extra virgem a gosto
1 vidro de leite de coco
3 colheres (sopa) de coentro (em folhas) picado ou cheiro verde

Modo de Preparo
Comece temperando as coxas com o limão, o alho e o sal.  Numa panela ou frigideira grande, aqueça o óleo e doure bem as coxas de todos os lados. Tempere com  a pimenta e o coloral. Junte 1 ½ xícara (chá) de água,  tampe e cozinhe até a água secar. Verifique se as coxas já estão cozidas, caso seja necessário vá pingando água até o cozimento completo. Acomode por cima das coxas a abobrinha, a cebola, os pimentões, os tomates e, em seguida, regue com o azeite de dendê e o leite de coco. Tampe novamente e cozinhe até que  a abobrinha  esteja cozida.. Salpique o coentro ou cheiro verde e sirva em seguida com arroz branco e molho de pimenta.

Rendimento: 5 Porções
Nota: Receita super prática – Pronta em 1 hora ápos descongelado


Curiosidades:


A Verdadeira Moqueca: Nem baiana, nem capixaba.



A verdadeira moqueca de raiz brasileira vem do interior de São Paulo, não leva leite de coco ou azeite de dendê – e Não é feita de peixe.

DESTA VEZ OS NOSSOS ÍNDIOS venceram: quando os africanos chegaram com as suas poquecas eles já faziam moquecas há muito, muito tempo. E na confusão de poqueca com moqueca, venceu a indígena moqueca, que na linguagem autóctone designa um cozinhado envolto em folha. Moquear: envolver a caça ou o guerreiro vencido em folha e cozinhar no moquém, uma grelha de varas sobre o fogo. E tudo virou moqueca.

Enquanto capixabas e baianos discutem gulosamente quem faz a melhor moqueca, nenhuma delas de origem verdadeiramente da terra – uma, a capixaba, é nitidamente influenciada pelos guisados portugueses; a outra, africana, também tem seus rasgos da influência ibérica adquirida ao desembarcar nas costas do Novo Mundo

Os paulistas de Caçapava, no Vale do Paraíba, quietinhos e escondidos como bons caipiras orgulhosos (no bom sentido, também indígena, que significa habitantes do mato), vão mantendo a tradição destas delicadas e deliciosas moquequinhas autenticamente ameríndias: mistura de farinha de mandioca com carne de frango formando pequenos croquetes envolvidos em folhas de caetês (do tupi cae-etê: folha verdadeira), um tipo de bananeirinha decorativa, a Stromanthe sanguinea Sondo muito usada nos jardins da cidade. 

Claro que também vale usar as folhas da bananeira dita normal, não tão brasileira mas, vá lá, que não somos xenófobos, com a graça de Deus. Depois são amarradas com imbira, um cordão retirado da beirada das folhas e levadas ao forno quente num tabuleiro até ficarem da cor de tabaco, cozidas. Tudo muito semelhante às pamonhas, que são levadas à água fervente, mas também muito nossas, ou deles, dos indígenas.


Artigo: Revista Raiz
11/2005- Frutos | ed.1 pág 98

 Fonte: MaCamp





Xenófobos  - Aquele que tem xenofobia (aversão a pessoas e coisas estrangeiras)


RECEITA:

 












Ingredientes: 

1 frango grande cortado pelas juntas
Sal e pimenta do reino a gosto2 dentes de alho amassados
3 colheres (sopa) de óleo ou gordura de porco
1 cebola média picada
1 xícara (chá) de cheiro-verde picado
3 xícaras (chá) de água
1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
1 xícara (chá) de farinha de mandioca crua
Folhas de bananeira ou caetê passadas em água fervente

2. Coloque o óleo ou a gordura numa panela e aqueça com fogo alto. Junte os pedaços de frango e frite até ficarem dourados. Acrescente a cebola, o cheiro-verde e a água, tampe a panela, reduza o fogo e cozinhe até o frango ficar macio. Tire do fogo e deixe esfriar.


3. Descarte a pele e os ossos do frango e corte a carne em pedaços pequenos. Coloque na panela junto com o caldo formado.

4. Leve novamente ao fogo, acrescente a farinha de mandioca aos poucos, como se fosse uma chuva fina, mexendo sempre para não empelotar, até obter um pirão não muito duro. Junte as azeitonas, misture e deixe esfriar.

5. Preaqueça o forno em temperatura alta (220º C). Corte as folhas de bananeira ou caetê em retângulos.

6. Coloque 1 colher (sopa) bem cheia da mistura no centro de cada retângulo e enrole. Amarre as pontas com barbante.

7. Coloque os rolinhos numa assadeira, leve ao forno preaqueçido e asse até as folhas ficarem tostadas. Tire do forno, coloque num prato de servir e leve à mesa.

Rendimento: 24 moquecas, aproximadamente


(Stromanthe sanguínea, Sond.)
 (Também conhecida como helicônia, é uma planta da família das Heliconiaceae, da ordem Zingiberales e, quando estão aglomeradas, gostam de áreas úmidas.


Em tupi “caa-etê” significa folha verdadeira. Da família das marantáceas, designa uma espécie de bananeirinha do mato muito decorativa, apreciada nos jardins das cidades. Utilizavam-se dela os índios para fazer cestos, beber água e cozinhar. Ainda é utilizada no Vale do Paraíba, ao lado da palha do milho e das folhas de bananeira, para envolver pamonhas e moquecas. Herança legítima dos moqueados indígenas, as moquecas de Caçapava são envolvidas por folhas de bananeira ou caetês, amarradas nas extremidades por imbiras, um cordãozinho retirado das folhas, e assadas no forno.



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O SABOR DA VIDA COMEÇA NA COZINHA