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O SABOR DA VIDA COMEÇA NA COZINHA


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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O Pão e sua origem


Bom Dia!
Estou aqui dividindo com você essas informações sobre como surgiu o pão e também varias receitas de  maravilhosos pães, alguns são receitas minhas, que eu mesma criei. posso assinar em embaixo. Todas elas foram testadas e aprovadas. Agora Confira a história e as receitas.

Logo após o homem primitivo descobrir o fogo, ele aprendeu outra coisa importantíssima para a história da humanidade. Viu que a mistura de cereais com água, quando colocada sobre uma pedra quente, transformava-se em uma espécie de massa densa e saborosa. Apesar de ainda não batizado como pão, a "coisa" era gostosa e saciava a fome em dias de caça fraca. 



Alguns milhares de anos depois, nas margens do Rio Nilo, a produção de trigo era abundante. O "galette", um pão muito denso e pesado, era ótima fonte de energia para o povo. Certo dia, um homem apressado preparou sua massa sem limpar a vasilha direitinho. Mal sabia ele que os restos da pasta de água e farinha haviam se transformado numa espécie de fungo "mágico" unicelular responsável por grande parte dos processos de fermentação. Na hora de assar seu pãozinho de sempre, viu que a danada da mistura crescia mais que o normal, ficando fofa e leve. 



Os judeus não gostaram muito daquela história de "levedura", "fungo mágico”... Moisés, em pessoa, deu um recado aos filhos de Abrãao: "quem comer do pão levedado será expulso de Israel". Assim, muitas pessoas continuaram inventando receitas de pão sem fermento. 

No entanto, os gregos, que não estavam na disputa pela terra prometida, gostaram da idéia de mais leveza ao galette. Começaram a aperfeiçoar as misturas, fazendo pães de cogumelos, em formatos de trança, em meia-lua... um pão para cada Deus, quase. 

Enquanto isso, os romanos estavam engajados em conquistas imperiais. Mas a falação entre os viajantes era tamanha que o imperador quis experimentar a especialidade da ilha vizinha. Roma rendeu-se aos encantos do quitute grego e passou a promover a política do "pão e circo" para acalmar a multidão revoltada. 

Passaram-se algumas centenas de anos. Um judeu très connu resolveu dizer que sua carne era feita de farinha e água. Sua atitude fez com que o pão se multiplicasse. Desde lá, a Igreja Católica consagra o alimento e o dissemina mundo afora. 

Ah! Oui... Pularei outros mil anos, para explicar como o pão virou especialidade francesa. Chegamos aos tempos de São Luís, o rei Francês. Em 1305, ele resolveu organizar a produção de pão. Criou a primeira boulangerie (padaria) e abriu a primeira vaga para padeiro (boulanger). Afinal, a importância social e econômica da massa era evidente. 


Em 1789, quando Luis XIV estava no poder, uma grave crise afetou a Europa. Faltava de tudo, até educação na briga entre os burgueses e a aristocracia. Foi quando Maria Antonieta falou uma frase infeliz, dizendo que "se o povo não tivesse pão, que comprasse brioche". Oh là là! Isso foi arrogante, mesmo! Em conseqüência, o povo deu início à Revolução Francesa, um importante marco na História Moderna. 

A partir daí, com a conquista de mais autonomia e direitos sociais, o mundo passou a produzir mais e consumir mais. Os ideais iluministas também influenciaram a independência de muitos países do continente americano, como os Estados Unidos e o Brasil, que na época ainda não fazia pão de queijo. 

Pularei outras dezenas de anos novamente. No século XX, depois de muitas pesquisas, o fermento biológico fez sua primeira aparição. A industrialização marcava a nova era. As mudanças no campo, o surgimento de equipamentos (como freezers e fornos elétricos) pareciam mudar para sempre a história do pão. Mas não. Os padeiros, categoria instituída por São Luís, resistiram. Isso faz com que exista pão para todos os gostos. E todos podem ser felizes para sempre.

Fonte:Site Olivier Anquier


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