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sábado, 24 de março de 2012

Pudim de Tapioca de Micro-ondas

Que tal uma sobremesa fácil para o almoço de domingo?... Pode ser feita hoje e amanhã estará prontinha e geladinha para saborear. O seu preparo demora apenas um pouquinho, porque a tapioca precisa descansar por duas horas no leite morno. Enquanto isso você prepara a calda de caramelo que é super fácil, também será feita no micro-ondas. Depois  é só  colocar a tapioca que ficou descansando com os demais ingredientes no liquidificador e pronto. Depois disto vem a etapa mais complicada, comer essa delícia! rsrsrs...

A farinha-de-pau, de manic ou manibot - hoje dita mandioca, era feita ralando-se a raiz que cresce dentro da terra em três ou quatro meses, tornando-se tão grossa quanto a coxa de um homem e longa mais ou menos de 1 pé e meio. Depois de arrancá-la, secavam-na ao fogo ou ralavam-na, ainda fresca, numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontudas, reduzindo-a a uma farinha alva, empapada, que ia para um recipiente comprido, de palha trançada - tipiti, para escorrer e secar. Alimento pobre, saboroso e facilmente digerível - principalmente quando fresco, essa farinha não serve para fazer pão, mas é perfeita para a farofa, beijus, pirões, sopas e mingaus. A gente da terra fazia com ela um mingau grosso, ou comia-a pura mesmo, pegando-a com quatro dedos na vasilha e atirando-a de longe a boca, com tal engenho e arte que não perdia um só farelo. E os brancos, tentando imitar - confessa Jean de Lery, francês, e que veio para o Brasil com o Monsenhor de Villa Ganhão (como rezam os documentos), sujavam o rosto, as ventas, bochechas e barbas. As mulheres daqui faziam também grandes bolas com a massa de aypi, que espremiam entre as mãos. O caldo cor de leite era colhido em vasilhas de barro e exposto ao sol. O calor condensava e coagulava a beberragem, como coalhada.  Cozinhando no fogo, é um bom alimento. O  estadunidense John Casper Branner queria  exportar a farofa para o mundo. Daí surgiu a  tapioca, que era doce e feito com a fécula da  mandioca, uma espécie de beiju recheado   com côco, tanto o recheio quanto o  adoçante foram introduzidos pelos   portugueses. Fonte:http://www.acasadatapioca.com.br



A minha calda ficou pronta com exatamente 8 minutos na potência alta(P10)


Vamos a receitinha completa:



Pudim de Tapioca de Micro-ondas
1 xícaras (chá) de farinha de tapioca 
5 xícaras (chá) de leite morno 
2 xícaras (chá) de açúcar
6 unidades de ovo
100 gr de coco ralado
1 colher (sopa) de manteiga

Cobertura
6 colheres (sopa) de açúcar
6 colheres (sopa) de água

Preparo:
Coloque a tapioca em uma tigela com o leite e deixe de molho por 2 horas. Junte os ingredientes restantes  e bata tudo no liquidificador. Coloque em fôrma de anel caramelada  fria. Leve ao micro-ondas por 16 a 18 minutos na potência alta.  Desenforme ainda morno.


Cobertura
Para o caramelo: 
Coloque o açúcar e a água na fôrma de vidro que será feito o pudim, leve ao micro-ondas por mais ou menos 6 minutos na potência alta. Espalhe o caramelo e aguarde esfriar.(Se for preciso vá adicionando mais um minuto até dar o ponto desejado ao calda , a potência pode variar de um micro-ondas para outro).

Por: Evelin Duarte 

Dicas importantes by betechef:
1ª) Só faça a calda  em forma de vidro, jamais use forma de  plástico, pois  irá derreter, já aconteceu comigo. O melhor mesmo é fazer o pudim também em forma de vidro para sua maior segurança, já que a temperatura usada foi a mais alta (P10).

2ª) Use uma forma alta para colocar o pudim batido, o pudim  deve ocupar apenas um pouco mais que a metade da altura da forma. Esse pudim sobe muito quando esta cozinhando no micro e se a forma for baixa vai derramar com com certeza. Uma  boa dica também e colocar a forma dentro um outro recipiente, um prato mais fundo. Foi o que fiz e não tive problemas com minha receita.

É Bom Saber:


História da Tapioca:


A farinha-de-pau, de manico ou manibot - hoje dita mandioca, era feita ralando-se a raiz que cresce dentro da terra em três ou quatro meses, tornando-se tão grossa quanto a coxa de um homem e longa mais ou menos de 1 pé e meio. Depois de arrancá-la, secavam-na ao fogo ou ralavam-na, ainda fresca, numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontudas, reduzindo-a a uma farinha alva, empapada, que ia para um recipiente comprido, de palha trançada - tipiti, para escorrer e secar.


 Alimento pobre, saboroso e facilmente digerível - principalmente quando fresco, essa farinha não serve para fazer pão, mas é perfeita para a farofa, beijus, pirões, sopas e mingaus. A gente da terra fazia com ela um mingau grosso, ou comia-a pura mesmo, pegando-a com quatro dedos na vasilha e atirando-a de longe a boca, com tal engenho e arte que não perdia um só farelo.


 E os brancos, tentando imitar - confessa Jean de Lery, francês, e que veio para o Brasil com o Monsenhor de Villa Ganhão (como rezam os documentos), sujavam o rosto, as ventas, bochechas e barbas. As mulheres daqui faziam também grandes bolas com a massa de aypi, que espremiam entre as mãos. 


O caldo cor de leite era colhido em vasilhas de barro e exposto ao sol. O calor condensava e coagulava a beberragem, como coalhada.  Cozinhando no fogo, é um bom alimento. O  estadunidense John Casper Branner queria  exportar a farofa para o mundo. Daí surgiu a  tapioca, que era doce e feito com a fécula da  mandioca, uma espécie de beiju recheado   com côco, tanto o recheio quanto o  adoçante foram introduzidos pelos   portugueses.


Fonte:http://www.acasadatapioca.com.br


2 comentários:

claudete disse...

Beth penas uma dúvida minha, aqui no NE costumamos fazer a tapioca com a goma de mandioca peneirada, é esta a farinha de tapioca da receita ou outra farinha à venda nos supermercados? Se, qual o nome fantasia da farinha? O pudim deve ficar uma delícia. Boa semana.

Taichirajá I disse...

Oi Claudete,obrigada pela visita e pelo comentário. A tapioca que compro aqui vem escrita Tapioca e a marca é da yoki, mas é a mesma que você está falando.

Vou pasar aqui algumas informações, que é para esclarecer melhor.
Farinha de mandioca

A farinha de mandioca é extraída da mandioca-brava. A produção da farinha de mandioca é feita da seguinte forma: primeiro, as raízes são descascadas, lavadas e raladas. A massa ralada, depois de prensada para a extração da parte líquida, passa por um processo de esfarelamento ou descompactação para que possa ser peneirada. Por fim, a farinha é torrada e, depois de fria, é empacotada para a venda.

A farinha constitui um dos principais produtos da mandioca, e seu uso é muito difundido em todo o país, fazendo parte da refeição diária de muitos brasileiros. É consumida principalmente como farofa. É um alimento rico em carboidratos e fibras e, quando integral, contém um pouco de proteína, cálcio, fósforo, sódio e potássio.

Fécula de mandioca ou polvilho doce

A diferença entre fécula e amido é muito pequena e reside apenas no fato de cada um deles ser retirado de uma parte diferente do vegetal. Enquanto que o amido é extraído das partes aéreas comestíveis dos vegetais (sementes), a fécula é extraída das partes subterrâneas (tubérculos, raízes e rizomas). Sendo assim, temos, como exemplo, que o produto amiláceo extraído do milho é chamado amido e o da batata é chamado fécula.

A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena), podendo ser utilizada como espessante (molhos e mingaus) ou substituir parte da farinha de trigo nas receitas de pães e bolos, sem modificar seu sabor. Também pode ser congelada depois de incorporada ao produto final e não contém glúten. Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos.

Polvilho Azedo

O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo.

Tapioca e Sagu

A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma. É utilizado no preparo de cuscuz, bolo e pudim.

Tapioca pérola ou sagu é um tipo de tapioca de grãos esféricos regulares. Tradicionalmente o sagu é cozido com vinho tinto e açúcar, mas também pode ser preparado com sucos de frutas (uva ou laranja) ou mesmo com leite.

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