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sexta-feira, 22 de março de 2013

Enxaqueca: a alimentação pode ajudar a combatê-la

Foto da internet (www.blogdocatarino.com)
Eu mesma sofro de enxaqueca desde que tinha 14 anos de idade, e posso dizer que uma doença que nos torna incapacitante. Várias vezes fui parar na emergência do hospital e posso garantir que é muito ruim. Ela as vezes chega devagarinho e quando você menos espera lá esta ela quase nos enlouquecendo, só quem passa com isso sabe realmente o que é. Tem algumas medidas que podemos adotar para que as crises não sejam tão frequentes e graves. Eu sei quais os alimentos que faz deflagar a minha crise de enxaqueca, é claro que nem sempre podemos evitar que aconteça, mas tudo que esta ao meu alcance eu faço. Tem também hoje em dia alguns tratamentos com neurologista que ajuda muito a diminuir a frequência das crises. É muito triste saber que apesar do avanço da medicina ainda não tem cura para a enxaqueca, tem apenas tratamento.

A enxaqueca é definida como uma doença crônica, que se caracteriza por dor latejante ou pulsátil, ou seja, aumenta e diminui no ritmo das batidas do coração. Ocorre, geralmente, em apenas um dos lados da cabeça acompanhada de sintomas como náuseas, sensibilidade à luz e ao barulho, e costuma durar mais de quatro horas, podendo doer por dois a três dias seguidos. Ocorre em conseqüência da hiperexcitabilidade dos nervos do tronco cerebral, tendo como conseqüência a dilatação das veias do cérebro, o que provoca a dor.


Uma em quatro mulheres sofre desta doença, mais comum devido à flutuação hormonal que ocorre no período menstrual, entre os 20 e 40 anos de idade. A doença atinge cerca de 10% dos homens. Porém, é importante ressaltar que nem toda dor de cabeça pode ser considerada enxaqueca.

Os principais fatores responsáveis pelas crises ainda não estão totalmente definidos. Ansiedade, fadiga, emoções, tensões, alterações climáticas, iluminação inadequada, poluentes e hábitos alimentares são alguns dos fatores que podem ocasioná-las.

A influência genética é outro importante fator, porém os sintomas só aparecem se a pessoa for exposta ao que se chama de gatilhos. Os mais freqüentes detonadores são:

- Hormônios - a flutuação hormonal que ocorre todos os meses em mulheres, no período menstrual interfere nos mecanismos neurológicos que controlam a dor.

- Fatores Ambientais - estudos apontam que alterações climáticas, como aumento da temperatura, podem causar a crise.

- Alterações na rotina de sono - ficar sem dormir pode causar reações no sistema nervoso central, resultando na dor. 

Estresse - situações estressantes do dia-a-dia podem desencadear uma crise, assim como contribuir para o desequilíbrio neuroquímico. 

- Dieta - determinados alimentos possuem em sua composição substâncias que agem diretamente no calibre dos vasos sangüíneos do encéfalo, diminuindo-os (vasoconstrição) e, posteriormente, aumentando-os (vasodilatadão). 



Como a alimentação pode interferir? 
Alimentos que podem desencadear a crise: 

· alimentos embutidos, como salsicha e linguiça  contém nitratos e nitritos, substâncias que aumentam a dilatação dos vasos sanguíneos  refrigerantes a base de cola, guaraná, café e o chá mate devem ser evitados, pois possuem cafeína, substância que altera a circulação sanguínea; vinho tinto e bebidas espumantes e destiladas em geral possuem fenois, aldeídos e sulfetos. Essas substâncias estreitam os vasos sanguíneos  chocolate, vinho tinto, queijos duros, amendoim, carne defumada e frutas cítricas contêm tiramina, substância que libera prostaglandina, hormônio responsável pela sensação de dor; aditivos alimentares, como o glutamato monossódico presente em temperos e alimentos industrializados; a fenilalanina, presente em bebidas a base de cola, aspartame e outros alimentos industrializados;

Alimentos que auxiliam no controle da crise: 


· os ácidos graxos essenciais auxiliam no controle da dor. Assim, o consumo de azeite de oliva extra virgem orgânico e semente de linhaça é indicado; o triptofano ajuda a liberar serotonina, que proporciona sensação de bem estar. Alimentos como a banana, pão integral, arroz integral, feijão e granola contêm essa substância; alguns estudos demonstram que a deficiência de magnésio pode representar um importante papel no desenvolvimento da enxaqueca no período menstrual, portanto é importante que se dê atenção á esse mineral, encontrado em folhas verde escuras, soja, leguminosas, cereais integrais (arroz integral, macarrão integral, aveia, quinua, amaranto, pão integral), peixes (principalmente salmão) e ovos;alimentos fonte de selênio, como a castanha de caju, castanha-do-brasil, nozes e frutos do mar; alimentos fonte de lisina, como ovos, iogurtes naturais, soja e peixes.

Tão importante quanto evitar o alimento errado, é não deixar de alimentar-se. Ficar muito tempo sem se alimentar leva a uma redução do açúcar no sangue (hipoglicemia), que facilmente pode desencadear a crise de enxaqueca. Portanto é importante fracionar a alimentação, realizando de cinco a seis refeições ao dia e evitando permanecer mais de três horas sem se alimentar.

Vale ressaltar que a tolerância de cada indivíduo deve ser respeitada, dando atenção especial à suscetibilidade ao consumo de determinados alimentos. Além disso, uma alimentação adequada pode reduzir a freqüência dos episódios dolorosos de enxaqueca, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.

Fonte: Natalia Lautherbach e Thais Souza - Nutricionistas da Rede Mundo Verde
Revista Mundo Merde

3 comentários:

Juracirema disse...

Muito interessante esta matéria. Obrigada, por sempre passar pra nós essas informações!! Parabéns!!Bjs!

Chirley Maria disse...

De acordo com a "Bioenergetica" uma enxaqueca pode ser reflexo de parasitas q estão nos intestinos e que atrapalham a digestão gerando a enxaqueca... Iniciei este tratamento natural (Bioenergetico) hoje e daqui uns tempos poderei dar um testemunho mais completo. Mas já de ante-mão, repasso o q descobri ontem... que algumas bactérias,fungos e vermes e etc. podem estar ocultamente vivendo dentro de nossos corpos, em orgãos importantes como os rins, bexiga, intestinos, ovários... sendo que nós nem suspeitamos disto e os efeitos comuns são enxaquecas, tristezas, vontade de chorar a toa, dores esporádicas ou crônicas,manchinhas na pele, desânimo... e o pior é que os examens de laboratorio nem sempre vão conseguir mostrar. Pesquise!
Bioenergetica trabalha com a sabedoria do proprio corpo e com remedios da natureza.

Betechef disse...

Oi Chirley,
Obrigada pela visita pelos esclarecimentos. Onde você faz esse tratamento?
Bjs!